• Quando fui estudar em um novo colégio; na parte da manhã, tio Mário que trabalhava no centro da cidade passou a me dar carona todos os dias. Tio Mário era daqueles homens sérios que não era capaz de nem olhar uma mulher boazuda que passasse do seu lado na rua… Acho que era por isso que todos confiavam nele. Casado com uma irmã da minha mãe; tinham dois filhos homens. Ele não era nenhum príncipe, e nos seus 49 anos já apresentava sinais de calvície e uma barriguinha saliente de quem trabalha sempre sentado em escritório. Na época, o uniforme ainda era tipo sino frisada na altura do meio das coxas, e blusa branca. Demorou mais de um mês pra ele me pedir pra lhe dar um beijo ao me deixar na porta do colégio… Passei a fazer sempre. Nossas conversas eram sempre banalidades sobre família. Uns três ou quatro meses depois é que ele ao parar num sinal luminoso deu uma olhada pras minhas pernas: – Você tem pernas bonitas, Kátia!… – Você acha tio? – Você é toda bonita… É uma pena que eu já sou um velho! Aquilo me deixou com uma pulga atrás da orelha; e eu que não era nenhuma bobinha santa: – Porque, velho? – Gostaria de ter sua idade pra poder ficar mais tempo com uma menina assim como você! – Namorar? Ele voltando a andar com o carro: – Ia querer namorar muito… Na minha época não tínhamos tanta liberdade como vocês tem hoje! Dei umas risadas: – Realmente, até eu mesma acho que as meninas de hoje estão aprendendo tudo muito rápido! Ele: – Eu só fui fazer sexo com praticamente 20 anos… Hoje, qualquer menina na sua idade já sabe tudo de sexo, não é? Dei mais risadas: – Também nem tanto né tio, eu mesma não sei tudo… tudo! – Mas já faz sexo, não faz? – Tio?????… Acho que foi a primeira vez que ouvi meu tio dar gargalhadas: – Desculpa Kátia; não queria ser tão indiscreto!… Estava achando interessante aquele tipo de conversa com meu tio que sempre fui muito reservado… Ele sempre olhando pra estrada e eu o olhando de rabo de olho: – Tudo bem tio; eu sei que você não é de fazer fofoca… Já fiz sexo sim, mas não tenho tanta experiência assim não… Na verdade fiz muito poucas vezes… Kkkkkkk! Já estávamos chegando na porta do colégio, e eu dando-lhe um beijo; e ele: – Quando você tiver dúvida de sexo e não tiver ninguém pra conversar, pode me perguntar; ok? Tornei a lhe dar outro beijo: – Olha que eu pergunto mesmo, hein? – Sempre que você quiser!… Desci do carro percebendo que minha xoxota tinha ficado um pouco úmida. Fui andando e pensando como meu tio estava se revelando tão diferente do que todos pensavam dele. E logo no dia seguinte, só pra fazer um teste, esperei pararmos na porta do colégio e antes de lhe dar o beijo: – É normal as meninas fazerem sexo anal? Eu sabia que muitas das minhas amigas andavam fazendo e gostavam… Só estava provocando meu tio que sorriu: – Bom, as meninas de hoje não sei; mas, que normalmente as mulheres gostam; isso com certeza!… Dei o beijo, e ele me segurando pelo braço: – Porque você perguntou; você ainda não fez? – Ainda não tio!… – Mas sente vontade de fazer? – Kkkkkkkk!… Isso é segredinho!… E passamos praticamente todos os dias ter conversas bastante picantes durante nosso trajeto até o colégio. E quando num dia, ao nos despedirmos na porta do colégio ele passou a mão na minha coxa, dei-lhe uma encarada e sorrindo: – Caramba tio… Agora levei um susto! – Porque minha querida? – Achei que você ia botar a mão lá…! – E se eu botasse você ia ficar com raiva de mim? – Quem sabe… Talvez; kkkkkkkk!… Ele me apanhou na porta de casa e logo uns 100 metros depois sua mão pousou na minha coxa e começou a fazer carinho e subir cada vez mais até aparecer minha calcinha. – Cuidado tio… Você tem que prestar atenção no trânsito! Mas toda vez que o carro tinha que parar por algum motivo vinha ele com a mão direto pra minha xota alisando-a por cima do tecido da calcinha… De propósito eu deixava minha saia levantada. Ele parou o carro um pouco afastado do portão e voltando com a mão empurrou a bainha da minha calcinha pro lado e ficou passando a ponta do dedo na minha periquita. Por sorte o carro tinha aquela película escura nos vidros que dificultava que alguém passasse do lado de fora, percebesse alguma coisa. – Sua bucetinha deve ser uma delícia!… – Isso eu não sei tio… Kkkkkkkkk!!!!! E fui eu, que enquanto ele ainda passava o dedo na minha valetinha descaradamente dei-lhe um beijo na boca deixando-o até meio abobalhado. Rapidamente arrumei minha calcinha, abaixei a saia e saí do carro. Novo dia, e assim que eu entrei no carro: – Fica sem calcinha pra mim, fica! – Tá maluco tio? – Lá perto do colégio você torna a colocá-la! – Então tá!… Tirei a calcinha e fiquei virada pra ele com uma perna dobrada em cima do banco. No sinal os carros de trás tiveram que buzinar porque meu tio estava enfiando o dedo na minha bucetinha. Paramos mais longe ainda do colégio e ele passou a socar o dedo na minha buceta enquanto que com a outra mão ia abrindo sua calça até puxar seu pau duro pra fora… Fiquei estarrecida ao ver aquele pinto grande, grosso e cabeçudo. Fiz tirar o dedo da minha buceta. – Chega tio… Tenho que entrar!… Enquanto eu vestia minha calcinha, ele continuava com seu pinto pra fora da calça. – Faz só um pouco de carinho nele, faz!… Botei a mão no pinto do tio e a primeira coisa que veio na minha cabeça foi querer abaixar pra bocar a boca… Mas sabia que eu não podia ser tão atrevida. Fiquei pelo menos um minuto alisando aquele mastro sentindo toda sua dureza. – Achei lindo tio!… – Ele pode ser todo seu, se você quiser!… – Meu???? Não sei tio; pode ser perigoso!… – Te prometo que não vai ter nenhum perigo… Você sabe que eu não sou nenhum desmiolado! Antes de largar seu pinto, dei-lhe um beijo de língua bem molhado. – Estou toda molhadinha tio… Pena que eu tenho que entrar pro colégio e você tem que trabalhar, né? Ele: – Depois de amanhã é sábado; quer sair comigo? Ficamos ainda uns cinco minutos pra combinarmos de como e onde poderíamos ir juntos sem que ninguém ficasse sabendo… Tio Mário rapidamente traçou tudo como tínhamos que agir no sábado. No sábado saí de casa dizendo que tinha um trabalho de pesquisa pra fazer na biblioteca municipal, pegando um ônibus indo até depois do centro onde desci e fui ficar no estacionamento de um supermercado. Tio Mário pegou a rodovia federal e paramos em um hotelzinho barato de beira de estrada onde ninguém se preocupava em pedir explicações. No quarto pequeno, porém limpo, me vi nos braços do meu tio que após me abraçar e me beijar muito me colocou suavemente sobre a cama pra começar a tirar minha roupa. O que tinha de interessante no meu tio pelado era somente seu pinto grande e duro que me deixava alucinada com vontade de sentir como era transar com um homem pauzudo… Só conhecia moleques de pau pequeno. Foi minha primeira vez que fiquei completamente pelada com um homem em uma cama. Tio Mário primeiro acariciou todo meu corpo, beijou-me da cabeça aos pés antes de abrir minhas pernas e vir com aquele mastro na direção da minha pequenina xeriquinha. Com minha xeriquinha babando de tanto tesão bastou tio Mário colocar na portinha e empurrar pra eu começar a sentir aquela coisa grossa me alargando e me penetrando: – Aaaaai! Aaaai! Aaaaaiiiiii meu Deuuuuussssss!… Nooooosssa tiiiio!… E mesmo com minha bucetinha apertada conseguiu enfiar aqueles mais de 20 cm até encostar seu saco em mim e começar a puxar pra trás e tornar a enfiar tudo novamente num ritmo cada vez mais alucinante que tive a impressão de que ia desmaiar. Travei minhas pernas na sua cintura e comecei a sentir algo crescendo dentro de mim até explodir num delicioso e maravilhoso orgasmo… Ele tirando sua linguiça de dentro de mim depois de dar pelo menos mais umas 20 socadas, gozando tudo sobre meus peitos: – Puta que pariu Kátia… Foi a melhor trepada da minha vida. Pra mim então, tinha sido totalmente diferente de tudo que conhecia de sexo… Mesmo com minha buceta ardendo estava sentindo uma enorme felicidade. Tomamos um banho e ficamos ainda na cama por mais uma hora abraçadinhos e nos beijando muito. Quando ele voltou a mamar nos meus peitinhos e eu segurando seu pau percebi que começava a crescer novamente, sem me preocupar com que ele ia pensar de mim dei um jeito de colocar a boca e começar a mamar naquela pica deliciosa… Só conseguia chupar a cabeça e uns poucos centímetros a mais; mais era tão delicioso e tão diferente de quando chupava aquelas muxibinhas dos moleques. Mas tio Mário não quis que eu o fizesse gozar com minha boca. Colocou-me de quatro e socando novamente seu pau na minha xota deu praticamente mais de 100 socadas me fazendo ter mais dois orgasmos antes de tirar pra gozar sobre minha bunda… Voltei pra casa andando até de lado de tanto que minha bucetinha ardia. Nunca mais quis me envolver com os garotos; passei a só pensar na pica do tio Mário que chegou a alugar uma quitinete no centro da cidade só pra me comer… Tio Mário me deixou viciada também em dar o rabo. Mas continuávamos também a fazer sacanagens dentro do carro próximo ao colégio… Era tão excitante que eu chegava a gozar com o dedo do meu tio na minha buceta vendo pessoas passando ao lado do carro. Atualmente estou fazendo faculdade e adoro sair com professores que tem mais de 50 anos… Já conheço pelo menos uns 10 motéis.


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  • Delícia de morena, aos 20 anos, magra de seios pequenos, coxas bem torneadas, uma bunda firme e quente e uma boca gostosa de beijar. Essa era a Kelly, a quem contratei para cuidar da casa, indicada por uma amiga. Sempre houve muito respeito entre nós, apesar de Kelly ser provocante, usar roupas de arrasar e dormir na minha casa durante a semana, pois estudava perto de onde eu morava, o que tornava sua vida mais fácil. Eu morava sozinho e minha ex-namorada passava os finais de semana comigo e não posso deixar de falar que Kelly era motivo de ciúmes, por certo, uma situação difícil de contornar. Bom, voltando a Kelly, era um domingo à noite quando ela chegou em casa, conforme o combinado. Iria iniciar os trabalhos na segunda-feira. Após os cumprimentamos ela pediu para usar o chuveiro. Aproveitei para mostrar o seu quarto e fui para a sala assistir a TV. Um dia de calor e Kelly terminou o banho, veio até a sala para falar comigo, porém vestia um pijama apertado e curto, short e blusinha branca florida. Um tentação que eu tentei evitar não olhando muito, nem diretamente para ela. Perguntei a morena se queria comer ou beber algo. Disse a ela que ficasse à vontade, pois iria passar a semana na minha casa e ela deveria se familiarizar com tudo. Se quisesse, poderia assistir algo na TV ali na sala ou se preferisse, poderia assistir no seu quarto. Ela preferiu o quarto. Já era tarde quando fui dormir e antes fui ao banheiro, como de costume. Eu raramente usava o banheiro da minha suíte, afim de evitar que sujasse todos banheiros da casa, assim ficava tudo um pouco mais organizado. Mas, o melhor de tudo foi a surpresa que tive, uma vez que Kelly havia deixado no chão, ao lado do vaso sanitário, as roupas com as quais havia chegado. Primeiro me veio à cabeça: “Que menina porquinha!”, mas em seguida imaginei sacanagem. Peguei as roupas para colocar no cesto de roupas sujas, mas ao ver a calcinha minúscula de Kelly, uma tanguinha preta, não aguentei e acabei cheirando. O cheiro de sua boceta suada, suor e xixi, aquela mistura me excitaram. Não era desagradável, mas demonstrava uma boceta bem cuidada e saudável. Acabei me masturbando e gozando gostoso. No dia seguinte fui trabalhar normalmente, e a noite procurei me conter, mantendo o respeito e posição em relação a Kelly. Porém, isso durou somente um mês, mais ou menos, pois, certo dia tive que passar em casa na hora do almoço, o que eu nunca fazia, naquele dia esqueci um documento importante para uma reunião e como morava perto do serviço, coisa de 20 minutos de casa, deixei para pegar à tarde. Era para ser um bate e volta rápido, não fosse pelo fato de encontrar Kelly escutando som alto, vestida somente com uma calcinha enfiada na bunda e uma camiseta branca sem sutiã. Pois é, assim que ela limpava a casa e fazia suas tarefas. Foi uma surpresa para ela e para mim. Kelly pediu mil desculpas, mas eu fiquei excitado, pau duro por baixo da calça social. Respondi que estava tudo bem e que ela ficasse tranquila. Aliás, olhei bem para aquela morena e a elogiei dizendo que era muito gostosa. Ela sorriu e respondeu: “- Como você sabe? Nunca experimentou...” me aproximei dela, “-Não seja por isso.” Abracei Kelly e beijei sua boca. Ela correspondeu com um beijo quente e molhado. Coloquei a mão entre suas pernas, senti o tecido da calcinha, a delicadeza daquela boceta de ninfa e, por baixo da camiseta toquei seus mamilos. Bicos rijos e seios firmes. Kelly levou a mão ao meu pau, por cima da calça. Primeiro ela quis parar, ficou sem jeito, disse que não podia porque eu era patrão, ela empregada, mas eu a via como mulher. O tesão falou mais alto. Abri o zíper da calça e Kelly acabou de abaixá-la junto com minha cueca e ao ver meu pau, agarrou firme com as mãos, levou a boca e começou a me chupar melhor que muita mulher experiente. Ela engolia cada pedaço dos 19 cm da minha rola quente e grossa. Fiquei admirado de ver ela engolir tudo. “- Isso minha puta, me chupa, chupa teu macho. Engole meu pau sua piranha.” Eu dizia sem pensar e Kelly retribuía com uma língua quente e molhada. Como estávamos na cozinha, peguei a morena no colo e a coloquei sobre a mesa derrubando tudo. Puxei sua calcinha e comecei a chupar sua boceta molhada. Pelo cheiro e o gosto de suor, xixi e seu tesão dava pra ver que a safada não enxugava bem a boceta depois de mijar, mas mesmo assim estava deliciosa. Passei a língua na boceta de Kelly, de baixo para cima e enfiei na gruta molhada, toquei toda sua boceta até alcançar seu clitóris. Entre movimentos em círculo e mordiscadas fazia a morena gemer e dizer: “- Ai, isso me chupa, gostoso, caralho que gostoso...” Senti Kelly gozando na minha boca me lambuzando com seu mel. Um gozo intenso pela quantidade de mel daquela boceta gostosa. Puxei Kelly para a ponta da mesa e posicionei meu pau na entrada de sua xoxota molhada. Empurrei devagar para sentir aquela mulher gostosa e percebi que era apertada. Ela gemeu e fui até o fundo. Penetrei com força e rápido. A cada movimento Kelly gemia. “Ai... isso... gostosa... isso... vai... me fode... vai me fode gostoso...” e eu respondia: “Isso... vai geme... toma pau sua puta... vou foder tua boceta... piranha gostosa...” Kelly se mexia gostoso no meu pau enquanto eu a fodia com força. Depois de um tempo avisei que ia foder o seu cu. “Levanta piranha, quero foder teu cu agora... vai logo sua puta... vou arrombar teu cu...” Antes ela recusou, mas eu a peguei no colo e a fiz debruçar sobre a pia, empinando a bunda deliciosa para mim. Cuspi no cu de Kelly e melei meu pau no meu de sua boceta e o mesmo fiz com seu cu apertado. Foi difícil, levei um certo tempo, ela reclamou, mas empurrei meu pau até sentir o saco tocar seu corpo. Fodi com força, rápido e com tesão o cu daquela morena que gemia como louca. “Caralho... dói... que pau grande... porra você está me abrindo...” “Rebola puta, rebola no meu pau porra...” eu respondia a ela, fodendo o cu com vontade até sentir que ia gozar. “Isso... goza... goza no meu cu meu pauzudo...” E assim, acabei obedecendo e enchendo o cu de Kelly de porra quente. Porra que escorreu entre suas pernas. Nesse momento, eu lembrei da reunião, beijei minha puta demoradamente e avisei que a noite tinha mais. Aliás, foram muitas outras vezes e a reunião, sim tive problemas, mas valeu a pena.

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  • Este é meu primeiro relato aqui no site e espero que gostem.

    Primeiramente vou me descrever, Tenho 17 anos, 1,75 de altura, por volta de 65 quilos, tenho descêndecia japonesa, estou no ultimo ano do colegial e apesar da pouca idade possuo algumas histórias pra contar, acredito eu que isso se deve ao fato da maioria das meninas e mulheres me acharem atraente, apesar de eu discordar.

    Finalmente, vamos ao conto.

    Ano passado entrou uma menina em minha sala, também de descendencia oriental e logo me despertou pleno interesse porque sou apaixonado por porno asiatico com japonesas nuas, Priscila, baixinha, seios médios e bundinha empinada.

    Desde o começo respeitei a Priscila pois ela é comprometida com um conhecido meu, minha unica conexão com ela, era que eu namorava com a melhor amiga dela, a nossa relação se estreitou com o término de meu relacionamento, acabamos virando amigos, melhores amigos, apesar de cobiçar ela, sempre a respeitei.

    Com o tempo Priscila começou a falar sobre seu relacionamento comigo, que ela não andava muito feliz, seu namorado era ruim de cama e inexperiente, dizia que ela queria transar com alguem com mais experiencia, senti indiretas e resolvi ousar, propus que eu lhe ensinaria algumas coisas na cama desde que ela mantivesse segredo, para minha surpresa ela aceitou prontamente e muito entusiasmada.

    Começamos com certo receio e um pouco de medo, pois o namorado dela estudava na mesma escola que nós, mas por sorte em uma sala diferente, começamos com uns beijos escondidos durante as aulas, depois umas mãos bobas, estávamos indo com calma, até que certo dia, ela estava acariciando meu membro por cima da calça, abriu meu ziper e começou a me masturbar em plena sala de aula, apenas minha blusa de frio cobria o volume e os movimentos, quase gozei de tanta excitação, pelo perigo de sermos apanhados, percebi que um grupo de meninas atrás da gente notou que a Priscila me masturbava e ficaram nos olhando, porém Priscila ao invéz de parar, aumentou o ritmo me fazendo gozar em sua mão, Priscila calmamente tirou sua mão toda lambuzada de dentro da minha calça e a exibiu como se fosse um troféu para as meninas.

    Se gostarem deem nota no comentários, que continuo a narrar minhas brincadeiras com a Priscila, os fatos são verídicos, apenas os nomes são modificados.


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  • Eu me lembro muito bem, tudo começou quando eu tinha sá nove aninhos. Minha mãe era muito amiga da familía vizinha. No quintal da casa deles tinha pés de várias frutas e ela me mandava ir lá buscar porque eles deixavam pegar quanto quiséssemos. Ás vezes eu pegava sozinha mesmo e ás vezes tinha a ajuda da vizinha.

    Mas de tempos em tempos o pai desta vizinha, já um senhor, estava passando uma temporada lá. Certa vez ele que foi me ajudar a pegar frutas mais altas.

    Na época eu não ligava pra nada, era inocente. Usava saias pequeninhas e shortinhos e isso devia provocar ele mesmo eu sendo tão novinha, tarado, mas eu nem sabia de nada.

    Um dia ele disse que podia me erguer pra eu escolher as frutas no alto. Eu aceitei, me pegou no colo, ficou com as mãos na minha perna e na minha barriga me levantando. Quando me abaixava eu sentia algo duro nas minhas costas... me ajudou umas três vezes assim.

    O tempo passou e quando eu tinha uns 19 anos ainda pegava frutas lá, mas não via mais ele, neste dia ele estava lá de novo. Ele devia ter quase sessenta anos. 

    Ficamos conversando e pegando frutas e toda hora ele dava um jeito de se encostar em mim. Só que agora eu até estava gostando daquilo e facilitando as coisas. Eu estava com um shortinho muito fino e curto e dava pra ver minha calcinha marcando. Certa hora ele me encochou como se fosse a coisa mais normal do mundo. Eu aproveitei e dei uma reboladinha e senti o pau grande dele todo duro e falei que tinha sentido uma coisa dura. Ele ficou doidinho e perguntou se eu queria ver. Falei que sim e ele tirou o pau pra fora, estávamos sozinhos no quintal e da casa ninguém podia ver nada, só se chegasse mais perto.

    Eu já conhecia alguns filmes porno, sabe xvideos e sabia mais ou menos o que fazer com aquilo. Peguei o pau duro dele, devia ter uns 19 centímetros, mas muito grosso e comecei a punhetar. Começou a gemer e eu gostei daquilo. Me abaixei e lambi a cabeça do pau mas fiquei com nojo. Mas estava gostando muito daquilo, eu estava toda molhadinha cheia de tesão. Ele favala pra eu continuar, então fiquei batendo cada vez mais forte pra ele e dando beijinhos no cacete dele. Comecei a brincar com as bolas dele e gostei muito disso. Ficou gemendo mais forte e ai bati mais rapido a punheta pra ele até que ele segurou minha cabeça e começou a gozar porra na minha cara. Foi bastante, fiquei toda gozada. Não achei muito bom, ele continou me segurando, se abaixou e me deu um beijo na boca. Eu sai correndo e fui me lavar na minha casa. Não gostei deste final e não voltei mais lá enquanto ele estava.

    O tempo passou de novo e eu estava com 19 anos na frente da minha casa quando ele passou entrando na casa da vizinha e veio até o muro dizer oi. Eu estava com roupas que gosto de usar em casa, um short minúsculo que mostrava até uma parte da minha bundinha e uma blusinha curta. Vi a cara de tarado dele me olhando, que eu já conhecia, e não resisti, fui falar com o velho, sá pra ver se ele me falava alguma coisa gostosa e de noite eu ia tocar um siririca pensando nele.

    Falou uma coisa e outra e depois acabou falando que eu estava muito gostosa. Eu provoquei ele me virando e mostrando minha bundinha. Depois falei que lembrava do boquete que fiz nele quando era mais novinha. Ai ficou maluco e o que ele me falava e a cara de velho tarado dele me deixou molhadinha. Falou que estava sozinho em casa e que eu devia ir lá fazer aquilo de novo. Não resisti, vi se alguém estava olhando e fui lá.

    Entramos na casa e ele me levou pro quarto de visitas e depois que entrei ele trancou a porta. Sentei na cama e veio pra cima de mim, me deitou e ficou em cima e começou a me beijar na boca. Agora eu adorei. Me chamando de vadiazinha e gostosa. Atolou a mão na minha bunda e colocou a outra nos meus peitos. Saiu de cima e tirou meu shortinho devagar. Olhando fixo pra minha calcinha, minha bucetinha, minha barriga. Abri bem as pernas. E me deixou sem calcinha de lado e caiu de boca. Ai que delicia aquele velho meu chupando, enfiando a lingua fundo dentro de mim.

    Depois de me deixar toda molhada e cheia de tesão de tanto me comer com a boca, abaixou sua calça e veio pra cima de mim de novo. Me deixou em posição de frango assado e mirou a cabeça da pica dele na minha bucetinha. Eu nunca vi um pau tão grosso como o dele. Enfiou devagarinho até que entrou tudo e começou a meter. Que delicia, comecei a gemer com força e ele meter mais rápido e gostoso até que gozou dentro de mim enquanto eu estava gozando também. Ai caiu deitado do meu lado cansado. Eu queria é mais e peguei o pau dele e comecei a chupar. Já estava mole mais eu estava adorando aquele pau. 

    Ele não parava de me xingar e depois de um tempo ficou duro de novo e eu subi em cima dele e sentei na pica dura. Agora entrou com mais facilidade porque eu já estava fodidazinha e queria ficar mais.

    Rebolei muito de frente e de costas e gozei uma vez mais ele não gozava de novo e eu estava adorando. Aquele pau velho duro grosso e gostoso sem camisinha dentro de uma ninfetinha novinha gostosa que nem eu era.

    Ai ele me segurou em cima dele, me jogou na cama de costas e veio pra cima de mim. Que delicia aquele corpo pesado em cima do meu corpo todo, meteu na minha bucetinha e começou a meter com força, sentia o corpo dele batendo na minha bundinha e a vara toda dentro de mim até que ele esporrou tudo dentro de mim de novo.

    Levantei e me vesti, mas não coloquei a calcinha, Dei pra ele e disse que outro dia eu voltava buscar. Ele adorou me chamando de vadia.

    E eu voltei mesmo a semana toda. As consequências não foram boas mas isso não vem ao caso.

    O que vale é que foi o primeiro a meter na minha bunda gostosa, mesmo que só a cabecinha do pau dele, mas foi uma delicia. Meteu muito aquela pica velha na minha bucetinha nova e me deixou toda arrombada e toda vez me enchia de porra dentro de mim. Era a melhor parte.


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  • Bom,me chamo Eliana tenho 29 anos e tenho 1 filho com o viado do meu marido. Casamos em 25 de maio de 2001 de lá pra cá ele quis me transformar numa puta mas não conseguia, todas as noites ele me falava que queria transar comigo com outro homem eu nunca aceitei pois acha isso um absurdo, transformar meu maridinho em um verdadeiro corno. Um dia quando voltei do trabalho estava ele com um amigo em casa até o presente momento não desconfiei de nada e fui tomar banho depois de 25 minutos sai do banho para o meu quarto se aproximou de mim e disse: "Desse que ai ser hoje." e disse a ele:  "Hoje o que?"

    Que você vai transar com outro junto comigo !

    Eu - isso nunca ,você casou comigo para eu ser puta?

    Viado - claro que não , só é uma fantasia minha.

    Pensei comigo mesmo como vou ser puta mesmo uma vez que meu marido não me deixa em paz, vou sair com meus patrões, pois sou faxineira em uma casa de família. e já tinha percebido as más intenções do casal em relação a minha pessoa. Um dia fui pedir aumento e disse que faria o que minha patroa quisesse. Ela disse que pensaria melhor no assunto que hoje a noite ela me ligaria, e fui trabalhar normalmente. Voltei pra casa fui fazer a janta e lá vem o meu marido com esse papo de novo, irritada disse que pensaria no caso que amanha daria a resposta, em seguida o telefone toca vejo que é a minha patroa dizendo que já pensou no assunto que era para eu ir a casa dela agora mesmo, fui chegando lá já era que eu esperava era para transar eu , ela e seu marido depois de uma noite de sexo bem feito me deu o dia de folga. Chegando em casa de manha o meu Marido ainda estava em casa e disse a ele poderia trazer quem ele quisesse mas só que depois não se arrependeria do que estava fazendo. Dormi o dia todo acordei com o meu marido me chamando fui até a sala com ele e vi o rapaz muito atraente , não tão forte mas dá para o gasto ,o amigo perguntou ao meu marido se eu tinha aceitado disse logo que sim, seu amigo logo mandou tirar a roupa e falei porque não pede para o meu marido tirar a minha roupa é ele que está me oferecendo, meu marido chegou por traz e tirou a minha camisa e o sutiã e o ofereceu para ele chupar, fomos para o quarto ficamos todos nú e começei a chupar o pinto de seu amigo com vontade e me dizendo que eu era puta para o meu marido corno , agora vou comer a sua esposinha puta, senti um tesão do caramba , sentei em seu pau e comecei a cavalgar seu pau saia toda hora da minha xana fiquei nervosa de ver o meu marido assistindo eu sendo fudida e falei:

    -TODA A HORA QUE ESSE PAU SAIR QUERO QUE VOCÊ COLOQUE PRA DENTRO SEU CORNO.

    Vi que a reação do meu marido e do amigo foi de puro tesão,o amigo disse na minha orelha seu marido parece viado , quero fazer seu marido de Viado, Falei isso ao meu marido pensei que ele iria me xingar, que nada não é que ele gostou. Vi que seu amigo iria gozar meti a boca e chupei tudo mas não engoli chamei o meu corninho e cospi em sua boca fazendo-o sentir o gosto de porra de um macho de verdade. Sei que virei uma puta mesmo mandei ele dormir no quarto do nosso filho e fiquei lá toda a noite de quatro dando pra aquele homem,Fui tomar banho me troquei e fui trabalhar .Quando Cheguei no meu serviço lembrei que esqueci a chave liguei pra minha patroa como nada tivesse acontecido se tinha como ele me entrar a copia ,mas no momento ela não podia levar pra mim então voltei pra casa pra buscar e encontrei meu marido de Joelhos no chão com a boca aberta para receber a porra do seu amigo,disse que agora estaria pago não sei o que era mas que me deu tesão de ver isso deu. Continuo sendo puta mas não na frente dele pois agora ele trabalha de Vigilante a Noite, e trago quem eu quero pra cama na minha própria casa.


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